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O desafio de ser cidadã(o)

O desafio de ser cidadão: no trabalho!

Esta é a segunda postagem da série “O desafio de ser cidadão”, uma reflexão acerca do papel que nós, brasileiros e brasileiras, podemos e devemos desempenhar perante a sociedade em todas as nossas relações, bem como em todos os locais. Todas as quartas-feiras do mês de agosto, às 17 horas, será possível conferir uma nova postagem, encerrando no dia 26 totalizando 5 postagens.

Seja você servidor público, trabalhador privado, autônomo ou desempregado, em algum momento, você tem que lidar com um cliente. Para uns, o cliente é um sujeito que compra um produto ou serviço; para outros, o cliente é mais do que isso, é um sujeito ativo que possui um vínculo temporário ou duradouro com o seu fornecedor.

Apesar dessa discrepância de visões sobre o papel do cliente, é preciso compreender que existe um dever de quem lida com o cliente: entendê-lo. E para entender o cliente, é também preciso entender o papel de agente cidadão que desenvolvemos em nosso trabalho.

Usando um exemplo do serviço público brasileiro: o servidor que enxerga o usuário do serviço prestado pelo órgão ou instituição como um cliente que depende do serviço, irá atendê-lo com pouca satisfação, evitando esforços maiores para atender ao desejo do cliente. Mas se o servidor o enxerga como sujeito ativo, isto é, não como alguém que depende, mas que tem o direito de receber o melhor serviço possível, certamente fará o que está dentro de sua jurisdição para atendê-lo e, mesmo não conseguindo, o encaminhará para outro órgão ou instituição.

Mas isso é ser cidadão no trabalho? Sim, mas não só isso.

Ser cidadão no trabalho é não permitir que as regras de boa convivência sejam jogadas fora. É não permitir que o preconceito ganhe espaço nem que a ganância financeira se sobressaia à qualidade no serviço. É manter o respeito e a hierarquia sem medo de propor. É inovar, adquirir novas experiências e conhecimentos para melhorar o atendimento ao cliente. Seja numa empresa ou órgão público, ou mesmo enquanto autônomo, ser cidadão é, acima de tudo, ser correto quanto às leis trabalhistas vigentes no país, é não maltratar o funcionário nem deixar de pagar o que lhe é devido.

Ser cidadão no trabalho é manter-se conectado com os movimentos trabalhistas no Brasil, em busca de direitos e ampliação do reconhecimento profissional. Mas é também dar o melhor para o desenvolvimento da empresa, da instituição e mesmo do trabalho autônomo. É atender com primazia o cliente. É valorizar e fazer crescer a identidade da marca da organização perante a sociedade.

Ser cidadão é entender o seu papel, a sua geração e como lidar com o atual mercado. Para isso, é indispensável assistir a esse vídeo (https://goo.gl/EvqdeZ).

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Por Bruno Cidadão

Comunicador | Pesquisador | Checador

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