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Redes sociais e aplicativos móveis

Qual é a vida virtual “padrão” que geralmente os jovens estão levando?

Ter contas no Facebook, Twitter, Instagram e até no decadente Google Plus. Ter os aplicativos móveis destas contas no seu celular e além disso portar também o WhatsApp e outras “soluções que aproximam”.

As grandes redes sociais e os aplicativos móveis que surgiram nos últimos cinco anos tornaram nossas vidas extremamente mudadas.

Facebook é e continuará a ser por um bom tempo a maior rede social do mundo, mesmo com a invasão de privacidade e exposição de seus usuários.

O Twitter, na minha opinião, a melhor rede social do mundo vai dando passos financeiros e tecnológicos para a conquista do primeiro lugar, prezando pela segurança e boa interação entre usuários.

O Instagram (ainda sou novo na rede) cumpre a máxima de que “uma imagem vale mais que mil palavras”.

O decadente Google Plus é mais uma “obrigatoriedade” para os usuários do Android. Infelizmente, não fez sucesso e não tem um diferencial.

O WhatsApp, na minha opinião, o melhor aplicativo para celular existente até o momento e mais ainda, a revolução na comunicação móvel. Falta uma versão para computador para ficar completo. Espero que continue na sua essência de apenas enviar e receber mensagens multimídia.

Usar tudo isso pode parecer tranquilo, mas experimente ficar uma semana ou mais sem tudo isso. Você sentirá falta, garanto.

Todavia, vamos para o outro lado.

Muitas vezes, estas inovações tecnológicas nos demandam tempo. E quando começam a ganhar mais tempo que nossa família, nossos objetivos, nosso trabalho e nossos afazeres comuns (como cuidar da saúde, etc.) passam a ser terríveis armas de autodestruição.

Portanto, dosar o tempo e principalmente ter disciplina para o uso de tais é importante. Usar mecanismos que os próprios aparelhos celulares possuem para diminuir ou anular as notificações que muitas vezes lhe tiram do foco pode ser uma opção.

É isso.

Continuo com meu velho e bom e-mail, mas também na retaguarda com a página “desintuitiva” do Facebook, o movimentado perfil no Twitter (meu preferido), com o queridinho WhatsApp e conhecendo o novo sempre com Instagram, LinkedIn, entre outros.

Post-scriptum: Inclusive, fiz a desvinculação de minha página com o Twitter, para evitar publicações tão parciais quanto às que faço no Twitter e são reproduzidas no Facebook. Até porque também está chegando um tempo novo: eleições! E a campanha começa dia 14.

Por Bruno Cidadão

Comunicador | Pesquisador | Checador

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