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Uma eleição presidencial histórica

Sem dúvida alguma os domingos 5 e 26 de outubro entrarão para a história do Brasil e elencarão páginas de livros e cenas de documentários que retratarão a mais inesperada disputa histórica pelo cargo de Presidente da República no Brasil.

Vamos às evidências. Primeiro temos nesta eleição a presença de uma ‘terceira via’ com reais chances de vencer depois de 20 anos da polarização PT-PSDB. Segundo, temos um ambiente inóspito para a candidata Dilma: o pós-Copa, o baixo crescimento econômico e o assombro das investigações sobre o “Mensalão da Petrobras”. Em terceiro lugar, o fenômeno de crescimento da candidata Marina Silva após a morte de Eduardo Campos. Por último, temos uma população com maior acesso à internet, mais politizada e também com maior poder aquisitivo.

À essas evidências, soma-se o maior acesso à educação, o primeiro grande investimento dos candidatos no ambiente virtual (sites e redes sociais) e a redução do histórico nível de desigualdade social a partir das políticas sociais do atual governo. A escalada da candidata Marina preocupou o PT, mas parece que, depois de tantos combates, o fenômeno perdeu força, mas domina ainda Estados-chave como São Paulo e Minas Gerais.

Quando os milhões de votos dos brasileiros forem contados, o Brasil vai ter um novo Chefe de Estado que terá como dever manter o ciclo de desenvolvimento socioeconômico, restaurar a confiança dos grupos econômicos nacionais e internacionais e continuar executando a “receita” de investimentos educacionais no país, somados às discussões sobre a ampliação dos direitos trabalhistas e de minorias.

Certamente ficará para a história. Quero ter a oportunidade de, no dia 1º de janeiro de 2015, presenciar mais uma vez um discurso histórico da presidente Dilma Rousseff.

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