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#Eleições2018

#Eleições2018: As Eleições, o que será do Brasil?

Meirelles. Joaquim Barbosa. Bolsonaro. Temer. Rodrigo Maia. Lula. Boulos. Manuela. Marina Silva. Ciro Gomes. Levy Fidélix. João Amoedo. Alckmin.

São muitos os nomes, poucas as possibilidades de mudança, poucas as novidades. Mas o X da questão é: quem realmente vai concorrer e o que defenderá cada candidato?

Ainda não sabemos. Mas algumas coisas já são passíveis de adiantamento:

Bolsonaro será candidato forte à presidência. Sua postura radical, no entanto, precisará ser substituída pela imagem de presidenciável boa praça que o brasileiro está acostumado a votar, caso contrário, sua ebulição se tornará fogo em palha que logo acaba.

Lula é uma indecisão, mas tudo indica que ele será o candidato do PT. Sem sombra de dúvidas, o ex-presidente é o candidato mais querido de boa parte da população. Os anos dourados em que os Brasileiros viveram sob o comando de Lula dão saudades em tempos de vacas magras, como agora. Mesmo preso, ele poderá ser candidato e inclusive eleito, se o TSE não barrar a candidatura.

Marina Silva não tem mais peso político, nem de apoio. A acreana, que teve 22 milhões de votos em 2014, sendo a terceira mais votada no país, jogou fora maior parte de seus eleitores que acreditavam numa nova política a partir da candidata de centro quando declarou, em programa eleitoral do Aécio Neves, seu apoio e ainda pediu voto. Por mais que tenha ainda alguns votos, Marina não deverá aparecer entre os principais votados em 2018.

Ciro Gomes. O candidato, até então de esquerda que agora se denomina de centro-esquerda, amarga a falta de crescimento nas pesquisas. Sua proximidade com o programa de governo do PT deverá diminuir seus votos num cenário com Lula. Já num cenário com Lula, boa parte dos votos petistas poderão migrar para Ciro. Assim como Bolsonaro, sua imagem precisará ser repintada para o eleitor brasileiro.

Henrique Meirelles. Apontado como sucessor do governo atual, o Ministro da Fazenda de Temer sabe pouco sobre ser chefe do país. Sempre atuando como responsável pelas políticas financeiras do país e conduzindo de forma ortodoxa a economia, conseguiu bons resultados, a custa da desaprovação do governo pela população. Além da pressão ser incomum à ele, é bem provável que como sempre na história do país, o MDB desista da candidatura em face de uma coligação.

Geraldo Alckmin. Após seu reinado em São Paulo, o país ainda não o engole: estamos falando do PSDB, representado por Geraldo Alckmin. Apesar de ser de um partido forte, o desgaste causado pelo envolvimento de Aécio Neves com casos de corrupção e as fortes divisões do partido deverão tornar Alckmin candidato de apoio, ainda forte no primeiro turno, mas quase nulo no segundo.

João Amôedo. Talvez um dos nomes mais desconhecidos. O partido Novo também é desconhecido dos brasileiros, mas tem ganhado o olhar cauteloso de economistas, empresários e muitos defensores do liberalismo. Defensor radical das privatizações, poderá ser uma emergente saída ao tamanho do Estado brasileiro, mas dificilmente o discurso será doce aos ouvidos dos menos favorecidos, o que puxará a desconstrução do candidato pelos outros concorrentes.

Há outros nomes emergindo na disputa. Tanto nomes de direita quanto de esquerda. Mas somente quando chegar agosto é que saberemos, de fato, quem vai concorrer, o que cada um vai propor e como será a recepção das campanhas pelos brasileiros.

Cresce a indignação com os casos de corrupção no país e para muitos, a intervenção militar poderá ser uma saída.

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Agora assista a um vídeo a respeito do que se espera das Eleições 2018.

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No próximo texto e vídeo vamos falar sobre concursos, uma questão polêmica. Até lá!

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