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A leitura, em qualquer formato, como instrumento benéfico

Somos a geração que mais escreve em toda a História. Teclamos diariamente milhares de vezes. Se escrevemos, é porque lemos. E quanto mais lemos, melhor podemos escrever. O inverso também é verdadeiro. Abandone seus preconceitos contra tudo que não é livro e vem comigo nessa breve viagem reflexiva pela importância leitura.

Somos a geração que mais escreve em toda a História. Teclamos diariamente milhares de vezes. Se escrevemos é porque lemos. E quanto mais lemos, melhor podemos escrever. O inverso também é verdadeiro. Abandone seus preconceitos contra tudo que não é livro e vem comigo nessa breve viagem reflexiva pela importância leitura.

“Ler também é um exercício”. Essa frase ficou nos comerciais da TV Globo, especialmente durante as tardes, entre 2002 e 2009. Muitos já ouviram ou disseram, mesmo que pela influência de um professor, palestrante ou amigo que mencionou a frase. Há muitas referências sobre o que é a leitura e o que ela possibilita, dentre as quais podemos destacar a frase atribuída a Arthur Schopenhauer: “ler quer dizer pensar com uma cabeça alheia“.

A leitura permite que ideias de uma pessoa sejam associadas por outra. É um exercício, portanto, de transmissão efetiva – e rara – de mentalidade. Ler é empático, no mínimo. Mas além disso, há também benefícios para o leitor. O seu desenvolvimento intelectual, não importa qual seja o tipo de leitura a que se propõe, é incentivado a partir do momento que caracteres são interpretados em conjunto formando palavras, significados, compreensões.

Leia, leia tudo, até mesmo o rótulo do refrigerante que você bebe. Leia a placa do metrô. A revista do consultório odontológico. A mensagem que seu amigo manda. Leia. Leia. Leia. Vai chegar um momento, talvez ainda na adolescência, que você se achará um pouco desmotivado(a) para a leitura. É comum. O volume de informação a que estamos expostos diariamente no século XXI, em especial na última década, faz com que nossos cérebros cansem de processar informações indiretas que são postas ao nosso redor. A tecnologia, neste aspecto, tem o poder de nos cansar.

Portanto, é neste momento, que um caminho inverso começa a ser necessário: o da curadoria. O de escolher o que se lê. Há pessoas que têm dificuldades em encontrar expoentes literários. Sou fã do mistério de Machado de Assis, mas ele me cansa. Sou apaixonado por Shakespeare, mas suas peças nem sempre satisfazem meu desejo mais prático de leitura. Sou fascinado com poesias de Pessoa, Quintana, Coralina e outros, mas pela ausência de realismo prático, em muitos deles, deixo-os de lado. No fim, aprendi que tem muita gente boa, anônima, que eu sequer lembro o nome escrevendo por aí. É por isso que sou fã, defensor, e escrevo em blogue.

Há também magazines que permitem que essa curadoria seja feita de forma mais inteligente. É o caso da Obvious, da Revista Pazes, do site A Soma de Todos os Afetos, do Minha Vida Cristã e de muitos outros que desconheço. Te desejo que você encontre o seu site favorito. O seu autor favorito. O seu livro favorito. O seu e-book favorito. A sua revista favorita. Qualquer coisa que lhe motive a ler. E a ler. E a ler mais, sempre.

Obrigado por ler até aqui. <3

Capa: Pixabay/Reprodução

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